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Inteligência emocional

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Não é ter um QI alto, na visão do psicólogo Roberto Santos. “Aqueles ‘cabeções’ como o personagem Sheldon do seriado ‘The Big Bang Theory’ começam a perder espaço nas empresas, sobretudo em posições de chefia”, diz o sócio-diretor da Ateliê RH.

É que mesmo as pessoas com impressionantes aptidões técnicas e intelectuais podem ser muito desfavorecidas quando o assunto é inteligência emocional.

Santos explica que, a partir dos anos 1990, profissionais capazes de perceber, influenciar e compartilhar emoções começaram a ser cobiçados no mercado de trabalho.

Com habilidades sutis, ligadas à observação e à gestão de seu própriocomportamento, pessoas com um alto quociente emocional (QE) se diferenciam das outras.

“São aqueles colegas e chefes que raramente vemos de mau humor. Percebem facilmente o que os outros estão sentindo e mantêm a calma em situações de estresse”, afirma Santos. “Quem não gosta de conviver com gente assim?”

O problema, segundo Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, é que a inteligência emocional anda escassa na maioria dos ambientes de trabalho.

“Há duas razões principais para isso: o uso intenso de tecnologias e o excesso de atividades, que nos deixam cada vez mais isolados, sobrecarregados e desconectados das outras pessoas”, diz Aldan.

Veja a seguir algumas posturas características de quem não tem inteligência emocional no trabalho, segundo os especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Não reconhecem suas fraquezas
De acordo com Santos, a onda das “selfies” não é sem razão: os egocêntricos estão à solta. O problema é que a autoconfiança excessiva muitas vezes não é proporcional à competência do vaidoso. “Falta a essas pessoas autoconhecimento, a capacidade de reconhecer suas vulnerabilidades, e não apenas as suas forças”, afirma.

O profissional que age o tempo todo como “campeão” tem uma percepção muito pobre de si mesmo – e da sua relação com o ambiente. “Ele não sabe a impressão que está causando nos outros, desconhece a hora de falar e de ficar calado”, diz.

2. Desconfiam das suas próprias emoções
Aldan explica que muitos profissionais tentam racionalizar – e, com isso, negar – suas próprias emoções. “Infelizmente essa é a tônica do mundo corporativo, a de que resultados dependem apenas da razão”, afirma.

O preço que se paga por isso é alto. “Se você se desconecta do que está sentindo, é justamente aí que o emocional vai determinar o seu comportamento, inconscientemente”, diz ele.

3. Não enxergam o outro
Profissionais pouco inteligentes sob o ângulo emocional costumam ter dificuldades para “ler” as outras pessoas. “Falta a eles sensibilidade para perceber as intenções alheias, as dicas verbais e não-verbais do que os outros estão sentindo”, afirma Santos.

O problema de não enxergar colegas e chefes é que se perde a oportunidade de aprender com eles. “Se ficamos concentrados demais em nós mesmos, seja por excesso de autoconfiança ou de autocrítica, é difícil se conectar com o outro, reconhecer suas contribuições”, diz.

4. Não sabem o que querem
Quem tem pouca inteligência emocional costuma ser refém da opinião alheia, segundo Aldan. “São profissionais sem iniciativa própria, que seguem a direção da maioria”, diz ele.

O problema é que falta autoconhecimento. “Quem não se conhece bem não tem metas nem visão de futuro, e acaba ficando à mercê das circunstâncias. Infelizmente, esse é o caso da maioria das pessoas hoje”, diz o CEO da Kronberg.

5. São inconstantes
O controle das emoções é uma competência emocional que faz muita falta em ambientes corporativos. “Um dia a pessoa está ótima, alegre, contando piadas. No outro, reage de forma destemperada e se enfurece pelos menores motivos”, afirma Santos.

O profissional emocionalmente competente, ao contrário, consegue inspirar confiança e trazer paz para o ambiente de trabalho. “É alguém de quem os colegas gostam de ter por perto, que influencia positivamente o ambiente”, diz o psicólogo. Fonte Exame.

 

 

Produção Cultural

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O produtor cultural planeja, elabora e executa projetos e produtos culturais, seguindo critérios artísticos, sociais, políticos e econômicos. Este profissional cria e organiza espetáculos de teatro, dança e música, produções televisivas, festivais, mostras e eventos. Pode se ocupar de todas as etapas da produção, da captação de recursos à realização final. Pode trabalhar com artistas ou com organizações e empresas com atividades voltadas para a área cultural. delineia políticas de investimentos no setor, analisa as propostas de patrocínio. Tem, ainda, a possibilidade de atuar no gerenciamento de órgãos públicos e instituições, na elaboração de políticas para a arte e a cultura.

 

Origem da expressão “merda” no teatro

carroA origem da expressão “merda” do teatro

Quem vive no mundo do teatro, dificilmente não fala merda antes de entrar no palco. O que muitos não sabem, sejam aqueles que utilizam a expressão ou aqueles que por ventura as ouvem, é que desconhecem a origem da expressão.
Esta expressão que pode ser considerada um mantra, uma espécie de ritual usado pelos atores antes de suas apresentações tem origem francesa.
Mas antes de contar como surgiu esta expressão, torna-se necessário falar um pouco destes desavergonhados, que não tem medo de colocar uma roupa feia ou pintar a cara, que não tem preconceito em expor um papel interpretando outro sexo ou até mesmo, mostrar um outro lado que existe em algumas pessoas, mas que estas têm vergonha de assumir por conta de uma sociedade ainda preconceituosa.
O ator interpreta no palco aquilo que nós queremos fazer na vida, mas temos vergonha. O que no dia a dia é um absurdo, no palco é natural, cômico. Atuar é a arte de viver em um mundo onde tudo pode.
A expressão “merda” usada no teatro surgiu na França. Um ator iria apresentar a peça mais importante de sua vida, estava nervosíssimo, pois na platéia estariam os mais importantes críticos da cidade. No percurso de sua casa ao teatro encontrou muitos obstáculos. Primeiro, deparou-se com um incêndio, teve que desviar e acabou se perdendo. Como quem tem “boca vai a Roma”, conseguiu chegar ao teatro. Na porta do teatro para completar suas asneiras, pisou em um cocô. Entrou, atuou e saiu muito feliz com a melhor atuação de sua vida.
Assim, a expressão “merda” tem o mesmo significado de boa sorte e é  sempre usada antes das apresentações. Lembrando que, nunca se deve agradecer com obrigado ou de nada quando alguém lhe desejar “merda”, deve responder apenas “merda” ou ficar calado.
Portanto, merda a todos.

Teatro – Significado

O que é Teatro:

Teatro é um termo de origem grega que designa simultaneamente o conjunto de peças dramáticas para apresentação em público e o edifício onde são apresentadas essas peças.

É uma forma de arte na qual um ou vários atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados.

Dá-se o nome de dramaturgia à arte de escrever peças de teatro, sendo o dramaturgo a pessoa responsável pela composição dos textos.

Existem muitos gêneros de teatro, dentre os quais destacam-se: auto, comédia, drama, fantoche, ópera, musical, revista, tragédia, tragicomédia.

Origem do teatro

A origem do teatro remonta ao homem primitivo e a todas as suas formas de rituais (associados à caça, colheita, morte, etc.), danças, imitações de animais, culto aos deuses e práticas lúdicas.

Acredita-se que a ideia de teatro tal como conhecemos hoje surgiu na Grécia Antiga, no século IV a.C. O termo grego “theatron” significa “lugar para ver”. Notheatron eram realizadas cerimônias religiosas em honra a Dionísio, o deus grego do vinho. Na celebração da colheita de uvas (vindima) havia música, dança e apresentações do ditirambo.

O ditirambo era um hino cantado e representado por um coro fantasiado. O teatro passou a ser não só o local físico para onde o público se deslocava para ver as cerimônias como as próprias representações, que aos poucos foram adquirindo a forma teatral com a introdução de histórias sobre os grandes heróis gregos.

No Brasil, o teatro surgiu no século XVI através das composições teatrais escritas pelos padres Jesuítas nas ações de divulgação da fé religiosa entre os índios. Foi só a partir do século XIX com a chegada da corte portuguesa no Brasil que a arte de representar começou a se desenvolver de forma mais intensa.